domingo, 20 de junho de 2010

quinta-feira, 10 de junho de 2010

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A melhor cena de um Filme XIV - Crianças

Little Miss Sunshine

- Uma Família à Beira de Um Ataque de Nervos -

O título não é a tradução literal, mas assenta melhor que o original, não acham?

(a melhor parte: os seguranças atrás do DJ)

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Eurovisão 2010

Mereceu, não mereceu?

Andam a ganhar músicas muito "teen" nos últimos anos...

segunda-feira, 24 de maio de 2010

A Melhor cena de um Filme XIII - Dias de Sol

A melhor cena de Antes do Amanhecer? Todas! Não tenho falhas a apontar ao filme, da realização ao argumento, fora a vontade imensa que me deixou de conhecer Viena. É dos poucos filmes cuja sequela é tão boa quanto o original. Ainda que neste primeiro gostemos de acreditar que de facto o final foi outro...
Tenho várias cenas fvoritas, mas esta deve ser uma das melhores frases de engate do cinema.

domingo, 16 de maio de 2010

A Melhor Cena de um Filme XII - Gladiador

Pronto, adoro este filme. Lembro-me que da primeira vez que vi até nem achei nada de especial, mas quanto mais vejo, mais gosto. O filme tem várias cenas excelentes, mas adoro a cara do Rei nesta sequência, que é também uma das mais significativas. É o marco da carreira de Scott e tudo o que fizer posteriormente será comparado a este Gladiador.

Hood à maneira de Scott

Estava aqui a lembrar dos filmes do Robin Hood que conheço, e inclusive da série que passou aqui há uns tempos, de forma a comparar com o trabalho de Ridley Scott que vi ontem à noite. Está interessante, de facto. Revitaliza a história de uma forma diferente do tradicional. Ainda que durante a maior parte do filme estivesse à espera de ver o Coliseu romano a qualquer momento, o filme lá se conseguiu distanciar.
Tem umas quantas incongruências históricas, mas perdoa-se. O trailer era bastante enganador. Dava a sensação de que iriamos acompanhar as aventuras de Robin Hood pela Floresta de Sherwood, quando afinal a película mais não trata que o nascimento da lenda, terminando justamente no momento em que o princípe dos ladrões se refugia na Floresta (e pelo caminho salva Inglaterra e conquista a menina do filme).
Vemos um Rei Ricardo que em tudo se afastada da tradicional imagem do Coração de leão. Pessoalmente, associo sempre o Sean Connery ao papel, e ver um rei pequenito, gordo e sanguinário teve a sua surpresa. Ao mesmo tempo, deu-se a dupla visão que paira sobre esse rei, visto como um herói por uns e como um tirano por outros.
É sobretudo o povo que se evidencia, a revolta do povo contra os senhores das terras. Por tal, o Robin Hood não é um fidalgo ou um nobre como em outras adaptações, mas um soldado a soldo que se desencanta com a guerra. Nem patriota nem nobre, um filósofo. Apesar de lá para o fim, que no trailer dava a sensação de ser o início do filme, virmos a descobrir que o rapaz até tem uma certa linhagem.
É um filme de guerra, como não poderia deixar de ser, que muito nos remete para Gladiador. Demora imenso a arrancar com a história, mas vai compensando com as aparições de uma Lady Marion muito pouco convencional.
De resto tem as célebres personagens, o Frei Tuck, o João Pequeno, o Principe/Rei João com uma paixão por uma francesa que a dado instante até nos faz gostar dele.
Como dizia mais acima, é o Robin Hood do povo, olhando para os que estão acima de si, vendo-lhes as virtudes e os defeitos. Hood à maneira de Scott, fazendo o espectador esperar pelo Circo Romano. Não está mau, mas vai ser esquecido.